Paulo Paim - Um nome que começa a tomar corpo. por Elmano Rodrigues Pinheiro

maio 21, 2009 ·

Recentemente a ministra da casa civil, Dilma Roussef ,começou a fazer um tratamento de um câncer, que pegou todo mundo de surpresa. Nem os tucanos mais sarcásticos poderiam imaginar uma notícia como essa. Disputar uma eleição contra o PT, sem a ministra Dilma Roussef, é tudo que o PSDB quer.


O PT teria um grande problema caso a ministra Dilma não dispute a eleição à presidência em 2010. Seria complicado formar um candidato com força suficiente para levar a disputa até o 2° turno com o PSDB.


Apesar de ser de conhecimento de poucos,o PT já tem um possível substituto de Dilma Roussef, caso a ministra da casa civil seja afastada da disputa.


Articulado por representantes do movimento negro, de sindicatos de aposentados e de trabalhadores, teve início no Rio Grande do Sul um movimento que pretende lançar o senador Paulo Paim (PT-RS) como candidato à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ideia é percorrer os principais Estados brasileiros para coletar 2,5 milhões de assinaturas em nome de Paim e, até o fim do ano, convencer o PT e os demais partidos que apoiam o governo a trocar de candidato. “A ministra Dilma está fazendo um ótimo trabalho no governo”, afirma José Antonio Santos Silva, dirigente do movimento negro gaúcho. “Mas achamos que, por sua experiência e seu carisma, Paulo Paim tem mais condições de continuar o projeto de mudanças do país iniciado pelo governo Lula”.


Por enquanto, a ideia não convenceu nenhum integrante dos poderes estabelecidos em Brasília – nem o próprio Paulo Paim, que não demonstra a mais leve disposição em aceitar a incumbência de entrar numa disputa que o levaria a chocar-se com um presidente dono de 84% de popularidade. Dizendo-se feliz com a “homenagem”, Paim afirma que seus planos são outros: “Em 2010, serei candidato a senador. Minha candidata a presidente chama-se Dilma Rousseff”.


Paim tem um histórico de boa convivência com Dilma. Há três décadas, a futura ministra arregaçou as mangas para distribuir panfletos em porta de fábrica e ajudá-lo a ganhar sua primeira eleição sindical. Em 2002, numa disputa para o senado, Dilma foi a uma assembléia de professores para pedir voto ao candidato-metalúrgico.


“Paim seria o candidato de baixo para cima, e não de cima para baixo”,diz um sindicalista


Talvez porque lembre os tempos em que o PT disputava eleição em cima de um caixote de feira, a articulação em torno de Paim empolga veteranos da militância sindical, como José Augusto da Silva Filho, coordenador nacional do Fórum Sindical dos Trabalhadores, um conjunto de dezenas de entidades sindicais. “Essa é a candidatura de baixo para cima”, diz ele. “A outra veio de cima para baixo.” Com a vitória de Barack Obama nos Estados Unidos, a articulação a favor de Paim recebeu um impulso maior. Em Porto Alegre, seus adeptos circulam em automóveis com um adesivo: “Com Obama a mudança. Com Paim a esperança”. O próprio Paim discorda da comparação. “Eu me considero uma espécie de Martin Luther King, o pastor que preparou os Estados Unidos para ter um presidente negro, como espero que o Brasil possa ter, um dia. Não me considero um Obama.


”Com uma carreira voltada para projetos para idosos, deficientes, aposentados e negros, Paim diz que um candidato negro enfrentaria um tipo especial de problema para disputar a Presidência: “O preconceito existe, mas não impede o voto do eleitor, como se viu até nos Estados Unidos. O problema é ser aceito pelas lideranças”.


Uma outra hipótese, seria a candidatura do governador de Minas Gerais, Aécio Neves. Aécio já recebeu convite para se candidatar a presidência pelo PMDB, tendo em vista que o PMDB tem apoio do PT, Aécio por sua vez, passaria a ser o candidato do presidente Lula na ausência de um candidato petista. Isso pode até parecer loucura, mas eu não duvido de mais nada.

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Mas isso já está praticamente fora de questão, sendo que aparentemente Aécio, desistiu de disputar a preferência do PSDB, com José Serra. Demonstrando inclusive um discreto apoio, ao governador de São Paulo.


Um nome também provável seria o de Ciro Gomes, mas ele já havia informado diversas vezes que não aceita trabalhar para o governo, pois ele gosta da liberdade de poder críticar quem quer que seja independente de ser situação ou oposição. Sem que tenha que ficar com o rabo preso com ninguém.Fonte: Época

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